domingo, 23 de agosto de 2009

A Andorinha e o Colibri


Num ambiente de pós guerra este livro transporta-nos para as paisagens da Inglaterra rural da década de 50 e para as vastas paisagens da Argentina.

Quanto tempo esperamos pelo amor da nossa vida? Quando é que deixa de ser amor para ser uma simples lembrança de um passado feliz?

Este foi o primeiro livro que li da Santa Montefiore, gostei da forma como está escrito, como está bem enquadrado na época em que se desenvolve a acção. Confesso que a história em si não foi totalmente do meu agrado, sinceramente penso que desperdiçar a vida a suspirar por um homem que não nos quer não vale realmente a pena, e não pode ser amor.

Sinopse

George partiu para a guerra. Rita, a namorada de infância, alegra-se com o seu regresso mas cedo percebe que o homem que amava mudou. Distante, guardando para si as histórias de guerra que o atormentam, aceita o convite da tia e parte para a Argentina. Não quer contudo que Rita o acompanhe. Ela promete esperar, mas muito acontecerá até ao seu regresso a Devonshire.

Uma tocante história de amor e auto-descoberta entre a Inglaterra e a Argentina do pós-guerra. George partiu rapaz, regressa homem. Para trás deixou a pequena vila rural onde nasceu e onde planeara viver toda a sua vida (ao lado de Rita). Mas quando volta à terra Natal George não é já o mesmo. Inquieto, incapaz de assentar, decide aceitar o convite da tia que tem uma quinta na Argentina e parte sem a noiva de infância. Ela ainda promete esperar, e também ele espera voltar a apaixonar-se por ela, mas cada um vai viver a sua própria vida, em continentes diferentes. Voltará o destino a uni-los?

Uma intensa saga de família, reveses, amor e reencontros, a envolver-nos do princípio ao fim de mais um romance assinado por Santa Montefiore.

Santa Montefiore é natural de Winchester, Inglaterra, onde nasceu no ano de 1970. Com 19 anos de idade decidiu conhecer a terra natal da avó materna, a Argentina, e foi naquela terra de pôr-do-sol rosado e aroma a gardénias que encontrou inspiração para a sua escrita. Em 2001 editou o seu primeiro romance, «A Árvore dos Segredos», seguindo-se títulos como «A Caixa da Borboleta», «Uma Sonata de Amor», «A Andorinha e o Colibri», «A Última Viagem do Valentina», «A Virgem Cigana».

3 comentários:

Princesa Canela disse...

Os amores não correspondidos são uma treta. Passar anos a sonhar com alguém que não está já não será amor, talvez um misto de culpa e arrependimento que usados como escudo impedem o coração de ver. Não calculas o quanto tenho vindo a repetir isto mesmo...

marcia disse...

Nunca li nada desta autora e tenho muita curiosidade...mas este não é dos livros que me interessam mais, confesso...

Jarreta disse...

Parabéns. Sempre que puder voltarei.